NOV expande operação no Porto do Açu em 30 mil m²

Área ocupada pela empresa dinamarquesa passará de 121 mil m² para 151 mil m² após assinatura de contrato entre a companhia e o complexo portuário.
A NOV (National Oilwell Varco) anunciou a expansão da operação no Porto do Açu, no norte do Rio de Janeiro, em 30 mil m², após a assinatura de contrato com o complexo. A área ocupada pela empresa passará de 121 mil m² para 151 mil m².
De acordo com o Porto do Açu, o novo contrato, com vigência até 2047, permitirá elevar a capacidade logística e de armazenamento de tubos flexíveis e equipamentos associados. A NOV opera no Porto do Açu há mais de 10 anos.
“A expansão da operação da NOV reforça o papel do Açu como hub estratégico para o mercado de petróleo e gás no Brasil. Seguimos atraindo investimentos e ampliando a infraestrutura necessária para acompanhar o crescimento de toda a cadeia no país”, afirmou o diretor de terminais e logística do Porto do Açu, João Braz.
A fábrica brasileira da empresa dinamarquesa tem capacidade de produzir cerca de 220 km por ano de tubos flexíveis e conta com áreas de armazenagem, testes de qualidade e acesso direto ao cais para embarque offshore.
O novo espaço no complexo portuário será destinado principalmente à estocagem e ao apoio logístico, o que aumentará a eficiência operacional e a capacidade de atendimento a novas demandas do mercado de exploração e produção (E&P).
Além da locação da área, o Porto do Açu também prestará serviços de engenharia para a construção da nova estrutura logística da empresa. As obras devem começar ainda no primeiro semestre de 2026, com início das operações previsto para o começo de 2027.
O Porto do Açu é responsável por cerca de 30% das exportações brasileiras de petróleo e atende toda a cadeia de óleo e gás, da exploração ao descomissionamento, além de abrigar a maior base de apoio offshore do mundo. O complexo também movimenta minério de ferro, concentra o maior parque termelétrico a gás da região e investe em projetos de energia renovável e economia de baixo carbono.
Fonte: Mundo Logística



