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Postado em 27 de novembro de 2018 | 18:37

Sindicatos se encontram com funcionários da Docas para tratar da Usina Itatinga

O interesse da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) em desativar a Usina Hidrelétrica de Itatinga – manifestado pelo diretor-presidente da empresa, Luiz Fernando Garcia, em entrevista publicada em A Tribuna no último dia 20 – levou lideranças do Sindicato dos Trabalhadores na Administração Portuária (Sindaport) a se reunir com funcionários da unidade na última quinta-feira (22), em Santos.

No encontro, os trabalhadores pediram o apoio da entidade na divulgação de uma campanha de conscientização sobre a importância estratégica da hidrelétrica, que fornece entre 70% e 95% da energia elétrica consumida no Porto de Santos.

A Usina

Atualmente, a usina Itatinga responde por 70% da energia consumida no Porto. Em momentos de pico, chega a 95%. Na Margem Direita (Santos), o restante é fornecido pela CPFL, por meio de um sistema de compensação. As redes das duas empresas estão interligadas – quando um sistema cai, o outro entra em operação automaticamente. Na Margem Esquerda (Guarujá e Área Continental de Santos), as redes são segregadas e os terminais recebem energia de três fontes: Itatinga e as concessionárias Elektro e CPFL.

A energia gerada por Itatinga é transmitida por circuitos trifásicos desde Bertioga até o Porto de Santos, por uma rede aérea que se prolonga por 30 quilômetros. Ao chegar na região do cais, esses cabos, agora subterrâneos, distribuem a eletricidade para outras 70 subestações ao longo do Porto. Essa rede, de 50 quilômetros de extensão, atende tanto a Docas como arrendatários e usuários do complexo marítimo.

Fonte: A Tribuna


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