Oil & Gas

Petrobras cai mais de 2% e mais ações do setor têm baixa com queda do petróleo

O movimento ocorre em meio ao forte declínio dos preços do petróleo no exterior, após fala do presidente dos EUA, Donald Trump

Lara Rizério

Ativos mencionados na matéria: PETR31,24%, PETR4 0,91%, RECV32,01%, BRAV3 0,87%, PRIO31,22%.

As ações da Petrobras (PETR3;PETR4) registravam forte baixa em meio à baixa do petróleo. Às 11h40 (horário de Brasília), os ativos PETR3 caíam 2,77% (R$ 39,27) e PETR4 tinham baixa de 2,62% (R$ 36,77). PetroRecôncavo (RECV3), Brava (BRAV3) e PRIO (PRIO3) caíam entre 1,5% e 4%.

O movimento ocorre em meio ao forte declínio dos preços do petróleo no exterior, após fala do presidente dos EUA, Donald Trump, de que o Irã estava “conversando seriamente” com Washington, e com a alta do dólar frente a outras divisas .A Opep+ também concordou no fim de semana em manter produção de petróleo inalterada. O barril de petróleo sob o contrato Brent cedia 4,08%. A ANP também divulgou que a produção de petróleo do Brasil cresceu 12,3% em 2025.

Em destaque sobre a Opep+, o cartel concordou em manter sua produção de petróleo inalterada para março em uma reunião, informou o grupo de produtores neste domingo, mesmo depois que os preços do petróleo bruto atingiram as maiores cotações em seis meses devido à preocupação de que os EUA pudessem lançar um ataque militar contra o Irã, membro do grupo.

A reunião de oito membros da Opep+ ocorre em um momento em que o petróleo Brent fechou próximo a US$70 o barril na sexta-feira, perto da máxima de seis meses, de US$71,89, atingida na quinta-feira, apesar das especulações de que um excesso de oferta em 2026 pressionaria os preços para baixo.

Os oito produtores — Arábia Saudita, Rússia, Emirados Árabes Unidos, Cazaquistão, Kuwait, Iraque, Argélia e Omã — aumentaram as cotas de produção em cerca de 2,9 milhões de barris por dia, de abril a dezembro de 2025, o que corresponde a aproximadamente 3% da demanda global.

 

Fonte: Reuters

 

 

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