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Postado em 26 de março de 2024 | 17:13

Petrobrás adquiriu certificados internacionais que atestam a origem 100% renovável da eletricidade usada em suas operações

A Petrobrás começou a semana anunciando que adquiriu certificados internacionais que atestam que 100% da energia elétrica utilizada em suas operações industriais e administrativas no Brasil, no último ano, foi gerada a partir de fontes renováveis. Assim, a empresa disse que conseguiu neutralizar as chamadas emissões de “escopo 2”, originadas a partir de emissões associadas ao consumo de energia de um fornecedor externo.

A petroleira explicou que passou a adotar a aquisição dos certificados desde o ano passado, dentro da sua trajetória de descarbonização.  O documento I-REC (Renewable Energy Certificate) garante que a energia elétrica adquirida pela companhia, de fornecedores externos, originou-se unicamente de fontes hidrelétrica, eólica ou solar.

O certificado é utilizado por consumidores específicos, para fins de contabilização no Escopo 2, de acordo com os mais rigorosos padrões internacionais. As comprovações do consumo são emitidas pelas empresas geradoras de energia e requisitados pelos consumidores interessados em assegurar a origem renovável da energia utilizada. As companhias a AES Brasil, Cemig e Eletrobras, por meio da sua subsidiária Furnas, forneceram os certificados I-REC para a Petrobrás.

Temos a ambição de atingir a neutralidade das emissões operacionais até 2050 e certificados como esses mostram que estamos em uma busca contínua por resultados e não poupamos esforços para atingir nossos objetivos”, disse o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, Maurício Tolmasquim. “Associada a essa iniciativa, no planejamento estratégico a nossa capacidade total de geração de energia elétrica por meio de fontes renováveis próprias pode alcançar 50% até 2030, em integração com geração termelétrica eficiente e segura”, acrescentou.

Além da energia elétrica de terceiros, a Petrobrás também utiliza energia elétrica gerada em suas próprias instalações, como plataformas e refinarias. Nesse caso, as emissões diretas de gases de efeito estufa (GEE), resultantes de operações da própria companhia, são consideradas de “escopo 1”.

É muito importante termos mecanismos de mercado para remunerar investimentos em baixo carbono e propiciar rotas de descarbonização para as empresas. Acreditamos que o IREC é um mecanismo relevante para o mercado de eletricidade”, destaca a gerente executiva de Mudança Climática e Descarbonização, Viviana Coelho.

 

 

 

Fonte: Petro Notícias


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