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Postado em 28 de setembro de 2021 | 19:52

GNA vai iniciar obras da segunda termelétrica no Porto do Açu em outubro

A Gás Natural Açu (GNA), joint venture formada por BP, Siemens, SPIC Brasil e Prumo Logística, foi autorizada pela Prefeitura de São João da Barra (RJ) a iniciar a construção de sua segunda termelétrica no Porto do Açu, a GNA II, prevista para entrar em operação comercial em 2024.

As obras devem começar em outubro, e a empresa já iniciou a preparação do local no qual o empreendimento será instalado. A usina será composta por três turbinas a gás natural e uma a vapor, que totalizarão capacidade instalada de 1,67 gigawatts (GW), energia suficiente para atender 7,8 milhões de residências.

O investimento total está previsto em R$ 5 bilhões, sendo R$ 3,93 bilhões obtidos por meio de financiamento junto ao Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
A construção das usinas e o fornecimento de equipamentos, como turbinas a gás e a vapor, além das caldeiras de recuperação de calor são de responsabilidade da Siemens Energy, que também fornecerá serviços de operação e manutenção para as unidades. Já o gás natural será importado e fornecido pela BP.

Expansão
Além das duas usinas, a GNA tem licença ambiental para dobrar a capacidade instalada de geração, por meio da construção da GNA III e IV. O plano de expansão prevê, ainda, uma unidade de processamento de gás natural (UPGN) e um gasoduto terrestre, atualmente em fase de licenciamento. Ele conectará o Porto do Açu à malha de transporte. A expectativa é que esses investimentos atraiam indústrias e transformem a região portuária num eixo de gás no Estado do Rio de Janeiro.

Há duas semanas a empresa iniciou operação comercial de sua primeira termelétrica, a GNA I, que tem capacidade de produzir 1,33 GW de energia. O empreendimento é considerado estratégico pelo governo no enfrentamento da crise hídrica que afeta o País e deve reforçar o atendimento à demanda do Sudeste/Centro-Oeste, região em que há maior demanda por energia e os reservatórios das hidrelétricas encontram-se em piores condições.

 

 

 

Fonte: Valor


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