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Postado em 14 de janeiro de 2021 | 18:18

Paralisação dos caminhoneiros pode ser maior que em 2018

A paralisação está prevista para o próximo dia 1º de fevereiro. Em maio de 2018 alguns locais chegaram a ter o abastecimento de itens como alimentos e combustíveis prejudicados devido à paralisação nacional dos caminhoneiros. Foram 10 dias de caminhões estacionados e cerca de R$ 10 bilhões por dia em perdas na economia brasileira.

Este cenário pode se repetir e inclusive ser maior. A categoria planeja uma paralisação em todo país no dia 1º de fevereiro. O protesto é contra os constantes aumentos dos combustíveis, especialmente o diesel. O combustível representa cerca de 50% a 60% do valor da viagem. Também estão na lista outras reivindicações como a fixação do valor do frete, projeto parado no Supremo Tribunal Federal (STF) desde a última parada.

Segundo a Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil (ANTB), entidade que representa cerca de 4,5 mil caminhoneiros, o movimento já tem cerca de 70% de adesão da categoria e da população em geral. “Eu creio que a greve pode ser igual a 2018. A população está aderindo bem, os pequenos produtores da agricultura familiar também. Se não for igual, eu creio que vai ser bem mais forte do que 2018”, alertou o presidente da ANTB, José Roberto Stringasci.

Para não parar a categoria quer uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro que assegure o cumprimento das questões pedidas. No país cerca de 70% das cargas seguem via rodoviária e cerca de 83% dos caminhoneiros são autônomos.

 

 

 

Fonte: Agrolink


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