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Postado em 21 de abril de 2019 | 15:57

Ministros recebem representantes dos caminhoneiros e discutem medidas para ajudar categoria

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, receberam líderes dos movimentos de caminhoneiros autônomos no Ministério da Agricultura, para discutir medidas que podem ser tomadas pelo governo para melhorar as condições de trabalho da categoria e fazer com que o número de fretes seja ampliado. Os dois ministros apresentaram as alternativas que estão sendo discutidas para ajudar o setor e receberam um voto de confiança dos transportadores, que disseram não ter tido a mesma facilidade de negociação com governos anteriores.

Estavam presentes o presidente da Cooperativa dos Transportadores Autônomos do Brasil, Wallace Landim; Paulo Costa, David Rocha e Marcelo Aparecido, diretores da Acav, associação dos transportadores autônomos do Porto de Santos; Carlos Henrique, da Coopertrans, também do Porto de Santos; Rodney Larocca, da Coopertrac, cooperativa de Castro, no Paraná.; e Gustavo Ávila, representante de caminhoneiros autônomos. O grupo explicou aos ministros que a categoria só quer ter condições de trabalhar com dignidade. O aumento dos preços do óleo diesel foi um dos assuntos tratados, assim como os preços mínimos e a tabela de frete, as formas de organização dos autônomos e as medidas para aumentar a segurança da categoria nas rodovias.

Para isso, o governo já anunciou a inserção, nos contratos de concessão de rodovias, da exigência de construção de pontos de parada oficiais, para que os caminhoneiros tenham onde descansar com segurança, minimizando o risco de assaltos. O primeiro ponto de parada será construído na cidade de Catalão, em Goiás, à beira da BR-050, uma das estradas mais importantes na ligação de São Paulo e Paraná com os estados do Centro-Oeste. O ministro Tarcísio informou que os novos contratos de concessão terão de contemplar esses pontos de parada e que já está sendo discutida com o Tribunal de Contas da União (TCU) uma mudança nos contratos em vigor.

Ficou decidido que os dois ministros vão estudar medidas para serem propostas à categoria em novas reuniões, as primeiras logo depois da Semana Santa. Os representantes dos caminhoneiros saíram da reunião dizendo-se confiantes de que o governo Bolsonaro está disposto a ajudar a resolver os problemas estruturais da categoria, que já tem muitos anos e jamais foram enfrentados com profundidade.

Fonte: MAPA


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