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Postado em 4 de março de 2021 | 19:32

Klabin amplia projeto Puma usando nova Tecnologia da Valmet para produzir embalagem com fibras de eucalipto

Após os fornecimentos para o projeto Puma I da Klabin, em Ortigueira, no Paraná,  a Valmet volta a participar de um novo projeto com a Klabin,  produtora de papel embalagem e cartão do Brasil. Em 2019, a Klabin, divulgou o maior investimento de sua história: o projeto Puma II, que tem o objetivo de produzir anualmente 920 mil toneladas de cartão Kraftliner de alta qualidade.

Com entrega e início de operação da primeira fase do projeto Puma II, previstos para julho de 2021, a máquina PM27 traz um novo e diferente conceito para a indústria de papel embalagem, com um novo tipo de Kraftliner, que será produzido com 100% de celulose de fibra curta oriunda do eucalipto. A empresa diz que há inúmeras vantagens com este novo sistema:  “melhores resultados de resistência à compressão, melhor qualidade de impressão e a competitividade da fibra de eucalipto.” 

O diretor da linha de negócios de papel da Valmet na América do Sul, Rogério Berardi, explica que esta será a primeira máquina do mundo desenvolvida para produzir papel embalagem utilizando 100% de celulose de fibra curta de eucalipto: “Com a participação do time da Valmet no Brasil e na Finlândia e com o apoio da equipe técnica da Klabin, conseguimos desenvolver tecnologias inovadoras para a PM27 utilizando as melhores ideias de todos os envolvidos. Contamos com uma verdadeira  equipe  para que a Klabin pudesse revolucionar a indústria de papel e celulose.”

De acordo com o diretor de Tecnologia Industrial, Inovação, Sustentabilidade e Projetos da Klabin, Francisco Razzolini, a Valmet foi selecionada após uma avaliação criteriosa. “Não só pela tecnologia ou pelos custos, mas a Valmet já vinha sendo nossa escolha em diversas áreas, principalmente nas mais relacionadas a utilidades, fibras e secagem. A reputação no setor, o grande time mundial que a compõe, a proximidade no atendimento e com os reforços recentes ocorridos aqui no Brasil, nos deram a tranquilidade para fazer essa opção”, explica.

Para o gerente geral do Projeto Puma II, João Antônio Gomes Braga, essas soluções integradas à máquina de papel devem apoiar a transformação digital, permitindo um suporte remoto e fornecendo o acesso externo seguro para gerenciar e solucionar problemas. “Uma máquina de papel gera uma quantidade enorme de dados e, para integrá-la e utilizá-la bem, sabemos que o equipamento deve incluir um pacote de automação, de controle de processos e de qualidade oferecido pelo mesmo fornecedor. Quando todos estão integrados por uma mesma base tecnológica, podemos obter confiabilidade e resultados operacionais melhores.

 

 

 

Fonte: Petro Notícias


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