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Postado em 24 de junho de 2020 | 18:11

Grupo Polar alerta sobre erros comuns na medição de temperatura, durante recebimento de cargas termossensíveis

A alta demanda por agilidade no recebimento de cargas termossensíveis (amostras, insumos e produtos diagnósticos, farmacêuticos, veterinários etc.) comumente esbarra na utilização de termômetros inadequados para a medição de temperatura das embalagens térmicas. O termômetro infravermelho figura entre os modelos mais equivocadamente empregados neste tipo de mensuração – gerando aferições errôneas e, muitas vezes, a rejeição e devolução de itens.

Apesar de sua rápida resposta, a medição torna-se imprecisa, nesta finalidade, devido às características do equipamento, cores dos cartuchos, além de outras variáveis. Para auxiliar os processos de recebimento e aferição de cargas térmicas, o Grupo Polar explica os pontos de vulnerabilidade do termômetro infravermelho e aponta as medidas mais assertivas para essa demanda.

A farmacêutica Nathalia Lima, gerente técnica do Valida Lab (laboratório de qualificações térmicas do Grupo Polar), destaca que esse tipo de equipamento é mais indicado para processos rápidos, determinar temperaturas de superfícies e de pontos de difícil acesso. Quando utilizado para medição de temperaturas de embalagens térmicas, o termômetro infravermelho pode sofrer interferências pelo grau de inclinação, sujidades presentes na lente, distância do objeto aferido, poeira e umidade, falta de calibração, cores dos cartuchos (quanto mais escura, mais quente refletirá), climatização do equipamento depois de uma alteração de temperatura (junção fria), entre outros fatores.

Segundo a especialista, os termômetros mais indicados para esse tipo de aferição são o tipo espeto. “Eles possuem uma haste que é colocada em contato com os produtos, gerando maior precisão na temperatura mensurada. É importante atentar para que o termômetro não fique em contato com os elementos refrigerantes nem com as paredes das caixas”.

Nathalia ainda recomenda que a abertura das caixas ocorra dentro de câmaras frias, na mesma temperatura dos produtos (entre 2°C e 8°C). “Quando a embalagem é aberta em temperatura ambiente, entre 15°C e 30°C, a troca de temperatura ocorre de maneira muito rápida e a aferição resultará acima do limite de 8°C”, complementa.

 

Fonte: Assessoria


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