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Postado em 12 de dezembro de 2019 | 19:56

Encontro Empresarial Espanha-Brasil discute oportunidades de negócios entre os dois países

“O programa econômico do Governo é amplo, é ambicioso, mas é o caminho possível para proporcionar crescimento e gerar emprego e renda para o Brasil”, disse, nesta quinta-feira (12/12), o secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Pacheco dos Guaranys, durante o Encontro Empresarial Espanha-Brasil promovido pelo órgão de promoção de exportações e investimentos espanhol (‪ICEX – España Exportación e Inversiones) do Ministério da Indústria, Comércio e Turismo espanhol. O evento ocorreu no Rio de Janeiro (RJ).

Na abertura, a vice-ministra de Comércio da Espanha e presidente do ICEX, Xiana Méndez, ressaltou a importância do Brasil para a economia espanhola e parabenizou o Brasil pela reforma da Previdência e demais iniciativas em curso. “Estamos otimistas e certamente vamos identificar muitas oportunidades de negócios e de colaboração entre os dois países. O contexto está muito favorável” afirmou a vice-ministra.

Ao participar da sessão plenária “Brasil: um novo marco interno de atuação. Potencial econômico e oportunidades de negócio”, Guaranys pontuou avanços obtidos ao longo de 2019, como a aprovação da reforma da Previdência, o encaminhamento de outras importantes propostas de emenda à Constituição como a PEC Emergencial, a PEC do Pacto Federativo e a PEC dos Fundos, e as que estão por vir, como a Administrativa e a Tributária.

“O Ministério da Economia, ao agregar outras pastas, passou a trabalhar de forma mais integrada em diversas frentes e todo esse esforço, aliado a outras medidas para e redução de gastos públicos e as privatizações, por exemplo, vão contribuir para a transformação do Estado brasileiro”, ressaltou o secretário a um público de investidores.

Ele também explicou que, além das grandes metas, o Ministério tem atuado para melhorar o ambiente de negócios a fim de aumentar a participação da iniciativa privada na economia brasileira. Para isso, uma das principais frentes é reduzir o peso da regulação na atividade produtiva do país. E para isso agências e todos os órgãos reguladores passarão a ser obrigados a adotar ferramentas que os levarão à refletir melhor antes de normatizar. “Criamos mais de 5,8 milhões de normas depois da Constituição de 1988, o que dá uma média de mais de 700 normativos por dia útil. Isso é um absurdo e torna o ambiente de negócios altamente complexo” , afirmou Guaranys.

Na abertura da sessão plenária, o titular da Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, Marcos Troyjo, enfatizou, dentre os novos paradigmas do atual Governo, a abertura comercial brasileira e o foco nas privatizações. Ele citou ainda a Lei da Liberdade Econômica, que contribuirá para diminuir a complexidade do ambiente de negócios no país.

A sessão plenária contou com a participação da secretária especial do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) da Casa Civil, Marta Seillier, da coordenadora-geral de Negociações Extrarereiognais do Ministério das Relações Exteriores, Paula Aguiar Barboza, do diretor de Internalização da Câmara de Comércio da Espanha, Jaime Montalvo, e do diretor-geral da CEOCE Internacional e Secretário Permanente do Conselho de Empresários Iberoamericanos (CEIB), Narciso Casado. Ao longo da tarde, estão previstas sessões plenárias sobre financiamento de projetos e sobre oportunidades no setor de infraestrutura, defesa e energia, além de diversas rodadas de negócios B2B.

Fonte: Ministério da Economia


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