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Postado em 10 de janeiro de 2019 | 18:04

Duplicação da BR-470 e 280 são prioridade

O asfalto avança a passos lentos nas principais obras monitoradas pela Fiesc, a duplicação da BR-470 e da BR-280. O superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) em Santa Catarina, Ronaldo Carioni Barbosa, reforça a relevância dessas obras por representarem um corredor entre portos e parques industriais. Para ele, o principal empecilho para o avanço está na liberação de recursos. Faltaria ainda cerca de R$ 1,2 bilhão para a BR-280 e R$ 950 milhões para a BR-470, em valores atualizados:

– Quando licitamos a duplicação da 470, em 2013, era para estar pronta em três anos. Houve atrasos de outros governos e estamos preparando frente para que, no máximo, em quatro anos estejamos com as obras da 470 e 280 concluídas. Pela importância econômica, priorizamos essas obras.

São quatro lotes que ligam Navegantes a Indaial na BR-470. A expectativa, segundo Barbosa, é no primeiro semestre entregar 12 quilômetros contínuos entre Ilhota e Gaspar – no total a obra engloba 73 quilômetros.

Já na BR-280 a liberação de recursos é fundamental para fazer andar as desapropriações do lote 1 da rodovia, no acesso ao Porto de São Francisco.

– Tinha uma época atrás que tinha diversos problemas técnicos, como impedimentos ambientais, de geotecnia, sítios arqueológicos. Hoje esses problemas já for

am quase todos superados, eles são muito pontuais e não interferem no andamento das obras. Então, na 470 e 280 a necessidade é de recursos – explica Ronaldo Carioni Barbosa.

A Fiesc estima que SC precisa de R$ 3,1 bilhões por ano, até 2022, para manter e ampliar a infraestrutura de transporte nos modais rodoviário (R$ 2,25 bilhões), ferroviário (R$ 162,6 milhões), aeroviário (R$ 316,4 milhões) e aquaviário (R$ 374 milhões). Mas Aguiar acrescenta que, em média, o Estado tem recebido investimentos muito inferiores à demanda para adequar e manter as condições da infraestrutura e transporte:

– De recursos do PAC e do orçamento geral da União, previstos na ordem de R$ 800 milhões, temos recebido em torno de 50%, 60% disso, muito abaixo da nossa necessidade – explica o presidente da Fiesc.

Fonte: NSC Total

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