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Postado em 15 de janeiro de 2020 | 20:25

44 mil carros importados: crescimento de 16,8% no Porto de Vitória

A importação de carros pelo Porto de Vitória mantém ritmo de crescimento e fecha 2019 com aumento de 16,8% em relação ao ano anterior. Foram desembarcados nos terminais públicos e arrendados 44.035 veículos de diferentes marcas e modelos produzidos em várias partes do mundo.

A empresa Poseidon foi a operadora que mais recebeu carga: 30.313 veículos, representando 68,8% do total importado. O operador portuário Roberto Garófalo avalia que a tendência é de crescimento: “Com a extinção do Programa Inovar Auto e a retomada da economia brasileira, estamos observando uma boa recuperação dos volumes de importação suficiente para criar boas expectativas para o mercado”.

Apesar de distante dos volumes movimentados em 2010 e 2011, há um forte indicativo de retomada da importação: 2019 cresceu em relação ao ano anterior que já havia sido maior que 2017. Nesse contexto, há uma grande expectativa para estre ano.

O operador portuário está otimista. Para Roberto Garófalo, “é forte a expectativa de aumento de volumes, em especial pela chegada de novos modelos, de menor cilindrada, que irão concorrer com os veículos fabricados no Brasil, porém, com novas tecnologias e valor de revenda menor do que os carros nacionais”.

Mas, segundo ele, não significa que o mercado somente irá crescer neste segmento: “As novas tecnologias desenvolvidas pelas montadoras fora do país, em especial no que refere à drástica redução na emissão de poluentes e fontes energéticas alternativas, impactarão positivamente no volume das importações”, avalia.

O setor portuário, de forma geral, está confiante com a retomada do crescimento do comércio exterior. “O ano de 2020 traz otimismo e expectativa. O setor portuário tem uma capacidade produtiva ainda ociosa, e não falo apenas em nome de Poseidon, mas é o pensamento de todas as empresas do setor logístico automobilístico do Espírito Santo, como transportadoras e portos secos, entre outros parceiros”, diz Roberto Garófalo.

Fonte: CODESA


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