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Postado em 16 de maio de 2018 | 18:38

Setor de energia é destaque em balanço de 2 anos do governo Temer

O presidente da República, Michel Temer, apresentou no Palácio do Planalto o balanço de dois anos de gestão, intitulado “maio/2016 – maio/2018: o Brasil voltou”. Com as medidas implantadas pelo governo, o presidente da República afirmou: “O Brasil cresce e nossa esperança cresce junto”.

Em seu discurso, Michel Temer falou sobre os avanços do setor de energia, que ficou mais positivo e voltou a atrair investimentos. Uma das mudanças citadas foi a prorrogação do programa Luz Para Todos até dezembro de 2022. A prorrogação por mais quatro anos possibilita a conclusão das obras e dos contratos em andamento e amplia a universalização plena do acesso à energia elétrica para mais de 2 milhões de brasileiros no meio rural. “Há ainda gente que não tem energia elétrica. São programas do passado, mas que temos capacidade de continuar esses programas melhorando-os”, completou Temer.

Para o balanço, o Planalto preparou uma cartilha com as ações e resultados destes dois anos. A publicação recebeu o título “Avançamos – 2 anos de vitórias na vida de cada brasileiro”.

Entre os destaques do Ministério de Minas e Energia estão:

Leilões – O avanço do Brasil, nos últimos dois anos, reflete o sucesso dos últimos leilões de geração e transmissão. Em abril de 2018, o Leilão de Energia A-4 movimentou, ao todo, R$ 6,74 bilhões em contratos, equivalentes a um montante de 54.094 /MWh de energia. Em 2017, foram contratados mais de 88 projetos de geração, representando uma economia de R$ 9,73 bilhões. Na transmissão, foram leiloados 42 lotes de linhas de transmissão, com investimentos estimados em R$ 21 bilhões ao longo de todo o período de concessão, que é de 30 anos.

Os leilões de petróleo e gás também trouxeram avanços significativos. No primeiro leilão de 2018, em 29 de março, a 15ª rodada de blocos exploratórios no regime de concessão bateu nova marca: ágio de 621,9% e arrecadação de R$ 8,014 bilhões, o maior valor entre todos os leilões realizados no regime de concessão no país. Os destaques foram os lances dos blocos da Bacia de Campos, que, após 40 anos em operação, responderam por R$ 7,5 bilhões, quase 94% do total dos bônus pagos pelas companhias, e a volta de empresas petrolíferas estrangeiras a fazer investimentos no Brasil. Em 2017, os leilões de petróleo e gás da 14ª rodada de blocos exploratórios e a 2ª e 3ª rodadas de partilha do pré-sal proporcionaram uma arrecadação de R$ 9,95 bilhões para os cofres do Tesouro Nacional.

Modernização da Eletrobras – Em agosto de 2017, o Ministério de Minas e Energia comunicou a proposta de redução da participação da União no capital da Eletrobras (Centrais Elétricas Brasileiras S.A.), com sua consequente democratização na Bolsa de Valores. A medida trará maior competitividade e agilidade à empresa para gerir suas operações, sem as amarras impostas às estatais. Esse movimento permitirá à Eletrobras implementar os requisitos de governança corporativa exigidos no novo mercado, equiparando todos os acionistas – públicos e privados – com total transparência em sua gestão. Em janeiro de 2018, mensagem do poder executivo enviou ao Congresso Nacional Projeto de Lei que propõe a modernização da Eletrobras

Biocombustível – O setor de biocombustível também cresceu e registrou no ano passado 27 bilhões de litros de etanol e mais de 4 bilhões de litros de biodiesel, destacando o Brasil como o segundo produtor mundial na categoria.

Energia limpa e renovável – O Brasil está entre os 10 países com maior capacidade instalada de energia eólica, ocupando agora o oitavo lugar. Em 2017, foram adicionados 52,57 gigawatts (GW) de potência eólica à produção mundial, totalizando 539,58 GW de capacidade instalada. Desse total, 12,76 GW estão instalados no Brasil. Na geração de energia solar, as projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indicam que o país terá em 2024 mais de 1 milhão de sistemas fotovoltaicos em funcionamento. Em 2030, o objetivo é alcançar 25 GW de capacidade instalada: serão mais de R$ 125 bilhões em investimentos, de acordo com especialistas do setor.

Fonte: Assessoria MME

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