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Postado em 13 de dezembro de 2017 | 18:30

Linha de transmissão com tecnologia inédita entra em operação

Com 2.092 quilômetros de extensão, a maior linha de transmissão de corrente contínua da América Latina entrou em operação. A linha de transmissão tem tecnologia inédita no Brasil com ultra-alta tensão de 800 kV, permitindo o transporte de energia com redução de perdas. Antes do 1º Bipolo de Belo Monte, o Brasil utilizava a tensão de 600kV nos sistemas de transmissão em corrente contínua.

Com dois meses de antecedência, o Consórcio Belo Monte Transmissora de Energia (BMTE) concluiu os testes de energização e entregou a operação do sistema elétrico o 1º Bipolo de Belo Monte. Esta Linha de Transmissão permite o escoamento da energia produzida na Usina Hidroelétrica Belo Monte para as cargas localizadas nos submercados do sudeste e do centro-oeste.

O leilão para licitação das obras do sistema de transmissão, que interliga Xingu (PA) a Estreito (MG), e tem investimento aproximado de R$ 5 bilhões, foi realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 2014. A Belo Monte Transmissora de Energia (BMTE), sociedade de propósito específico formado pelas empresas State Grid Brazil Holding S.A. (51%), Furnas Centrais Elétricas S.A. (24,5%), e Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. Eletronorte (24,5%), foi a vencedora do Leilão.

A obra estruturante de grande porte foi estabelecida no planejamento setorial e integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e Avançar, cruza os estados do Pará, Tocantins, Goiás e Minas Gerais. Grandes investimentos foram realizados pelo consórcio para garantir a segurança dos canteiros de obras, a mobilização e entrega dos serviços pelas empreiteiras e a garantia do suprimento de materiais especiais dos fornecedores, inclusive com o auxílio da Força Nacional.

Os desafios durante a construção da obra foram superados com sucesso. Destaca-se a gestão e o monitoramento do empreendimento realizado de forma bem-sucedida, contando com diversas instituições governamentais, BMTE, acionistas do consórcio e empresas contratadas.

Fonte: Ministério de Minas e Energia


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