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Postado em 5 de dezembro de 2018 | 18:43

Exportação eleva faturamento da indústria de máquinas

Impulsionado pelo bom desempenho das exportações, a indústria de máquinas e equipamentos registrou um faturamento de R$ 65,1 bilhões (US$ 16,8 bilhões pelo câmbio atual) no acumulado de janeiro a outubro, um crescimento de 7,7% sobre os dez primeiros meses de 2017. Em outubro, a receita foi de R$ 7,2 bilhões (US$ 1,8 bilhão), uma alta de 14,4% sobre igual mês do ano passado e de 1,9% em relação a setembro de 2018. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (27) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

A entidade destaca que o resultado foi puxado pelas exportações, que somaram US$ 8,1 bilhões de janeiro a outubro, uma elevação de 10,3% sobre o mesmo período de 2017. Em outubro, as vendas externas renderam US$ 951 milhões, 29,1% mais do que no mês anterior e 6% acima do total registrado em outubro do ano passado. Entre os itens mais vendidos ao exterior estão componentes como válvulas e bombas.

De acordo com a Abimaq, em razão da crise econômica da Argentina, os negócios no Mercosul recuaram 11,9% nos dez primeiros meses de 2018, enquanto para aos Estados Unidos as vendas aumentaram 28,8%, e para a Europa, 44,6%. No mercado interno, as vendas caíram 0,7% no acumulado do ano, mas cresceram 13,2% em outubro sobre o mesmo mês de 2017.

O presidente da Abimaq, João Carlos Marchesan, está otimista com os resultados e acredita em uma reação do mercado doméstico no próximo ano. “Estamos vivendo um momento de recuperação e temos a perspectiva de que o Brasil volte a crescer e atinja uma alta entre 2,5% a 3% no Produto Interno Bruto (PIB)”, avalia.

Em outubro, o consumo de máquinas e equipamentos importados somou US$ 1,4 bilhão, um aumento de 23,4% sobre setembro último e de 23% em relação a outubro de 2017. No acumulado do ano, as importações totalizaram US$ 12,4 bilhões, um avanço de 16,4% em comparação com os dez primeiros meses do ano passado.

A China é o principal fornecedor, respondendo por 18,5% das vendas ao Brasil, seguida dos Estados Unidos (17%), Alemanha (15,8%), Itália (7,9%), Japão (6,4%) e Coreia do Sul (2,6%).

Fonte: Diário Indústria e Comércio

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